spLinker
Se a sua coleção deseja fazer parte da rede speciesLink, siga as instruções em como participar.
A rede speciesLink utiliza diferentes mecanismos para ter acesso aos registros de biodiversidade das coleções participantes. Quando a coleção já compartilha seus dados por meios conhecidos — como o IPT ou o TAPIR — configuramos nossas ferramentas para coletar os dados de forma periódica, mantendo a rede sempre atualizada.
Para coleções que não utilizam nenhum desses meios para compartilhar dados, a equipe do CRIA desenvolveu o spLinker, um aplicativo multiplataforma que pode ser instalado em Windows, macOS ou GNU/Linux. Com ele, a própria coleção pode enviar seus dados sempre que desejar. Não importa qual software a coleção utilize para informatização e gestão de seu acervo, o spLinker consegue acessar dados de arquivos texto, planilhas ou bancos de dados relacionais por meio de um mapeamento prévio (de → para) dos campos conforme o padrão DarwinCore. Esse mapeamento geralmente é realizado pela equipe do CRIA. Quando o software utilizado pela coleção já é conhecido, normalmente dispomos de modelos de mapeamento prontos. Caso contrário, solicitamos um exemplo dos dados para criar um mapeamento customizado.
O desenvolvimento do spLinker parte de duas grandes premissas: a primeira delas de que as coleções devem ser livres para escolher a solução que melhor atenda suas necessidades em termos de gerenciamento de dados, cabendo ao CRIA esforçar-se por viabilizar sua integração à rede com o mínimo de interferência. E a segunda é a de não obrigar as coleções a manterem seus dados em servidores que estejam online 100% do tempo. Com o spLinker, as coleções tem total controle sobre o envio dos dados e liberdade de escolha tecnológica.
Atenção: O uso do software spLinker depende de token único fornecido por nossa equipe, e normalmente ele é instalado com nosso auxílio.
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